Uma das primeiras receitas que aprendi a fazer quando era pequena foram ovos mexidos e batatas fritas. Ainda me lembro de ter 7 ou 8 anos e a minha professora me pedir para explicar às minhas colegas de escola como se fazia.
A outra receita que me lembro de ter aprendido muito cedo, foi de quiches, ou tartes salgadas. Para mim, é das melhores entradas ou mesmo refeição ligeira que existe. Adoro comer uma fatia de quiche com salada.
Hoje resolvi ensinar-vos a fazer uma simples tarte de legumes.
Costumava fazer a massa quebrada ou mesmo folhada à mão até ter descoberto as massas pré-confeccionadas que se vendem no supermercado e que são muito boas.Nesta receita usei uma massa folhada, que se compra no LIDL, que eu acho óptima e é rectangular, para usar nesta forma lindíssima que eu tenho.
Ingredientes:
1 embalagem de massa folhada ou quebrada
Azeite q.b.
1 dente de alho
1 courgette
1/2 pimento vermelho
1 alho francês
1 embalagem de cogumelos laminados frescos
2 pacotes de natas
4 ovos
1 colher de sobremesa de molho inglês
sal e pimenta q.b.
1 embalagem de mozzarella ralada
Aquecer o forno a 200º
Pincelar a tarteira com manteiga derretida ou usar um desmoldante em spray
Colocar a massa, pressionando bem de lado, para ficar com a forma da tarteira. Com a parte de trás de uma faca, retirar o excesso de massa.
Picar o fundo da tarteira com um garfo ou um picador de massa.
Cortar a courgette e o pimento em cubinhos pequeninos e o alho francês em rodelas. Numa sertã aquecer azeite com 1 dente de alho. Assim que o alho estiver alourado, retira-lo e juntar os legumes. Deixar cozinhar em lume médio.
Quando estiverem quase cozidos, juntar os cogumelos e finalizar a cozedura.
Deixar arrefecer. Quando estiverem frios, deitar na tarteira e cobrir com o creme, que se obtém misturando com a varinha mágica, os ovos e as natas e temperando com o molho inglês, sal e pimenta. Cobrir com o queijo ralado e levar ao forno até estar loirinho ( cerca de 20/30 minutos ). Bom apetite!
Bifes de atum com gengibre
Ultimamente, tenho tentado experimentar sabores novos. Como estou a fazer dieta há uns meses, rapidamente fico farta de comer sempre a mesma coisa. No outro dia experimentei peixe galo, que adorei. Hoje, encontrei na Makro uns bifes de atum , com óptimo aspecto. Já várias vezes me tinham dito que eram excelentes e quis tirar a prova dos 9. Adorei!
Aqui vai a receita que eu fiz, para lhe dar um sabor ainda mais a meu gosto
Bifes de atum com gengibre
Ingredientes:
2 bifes de atum fresco
Marinada
1 pedaço de gengibre fresco do tamanho de um polegar
2 colheres de mostarda
1 chalota
1/2 chávena almoçadeira de molho de soja
1/2 chávena almoçadeira de azeite
Preparação: No copo da varinha mágica colocar todos os ingredientes da marinada e triturar na velocidade 1, para deixar alguns pedaços de gengibre inteiros.
Colocar os bifes de atum numa caixa hermética, cobri-los com a marinada e deixar repousar no frio, cerca de meia hora.
Numa frigideira anti-aderente bastante quente, colocar os bifes de atum, escorridos da marinada, e deixa-los grelhar dos 2 lados. Quando estiverem prontos, colocar num prato e deitar a marinada na frigideira até engrossar. Colocar este molho por cima dos bifes, que ficam uma delícia. Acompanhar com cogumelos pleurotus salteados em azeite e envolvidos com 2 colheres de queijo creme.
Aqui vai a receita que eu fiz, para lhe dar um sabor ainda mais a meu gosto
Bifes de atum com gengibre
Ingredientes:
2 bifes de atum fresco
Marinada
1 pedaço de gengibre fresco do tamanho de um polegar
2 colheres de mostarda
1 chalota
1/2 chávena almoçadeira de molho de soja
1/2 chávena almoçadeira de azeite
Preparação: No copo da varinha mágica colocar todos os ingredientes da marinada e triturar na velocidade 1, para deixar alguns pedaços de gengibre inteiros.
Colocar os bifes de atum numa caixa hermética, cobri-los com a marinada e deixar repousar no frio, cerca de meia hora.
Numa frigideira anti-aderente bastante quente, colocar os bifes de atum, escorridos da marinada, e deixa-los grelhar dos 2 lados. Quando estiverem prontos, colocar num prato e deitar a marinada na frigideira até engrossar. Colocar este molho por cima dos bifes, que ficam uma delícia. Acompanhar com cogumelos pleurotus salteados em azeite e envolvidos com 2 colheres de queijo creme.
Bolo de mirtilos da Matilde
Hoje conheci uma menina pequenina. Moreninha e muito redondinha. Como um mirtilo. E lembrei-me logo de dar o seu nome ao bolo que fiz ontem.
Há uns dias atrás comprei imensos mirtilos a um amigo, que tem uma quinta e produz alguns legumes e frutos biológicos. Olhei para eles, lindos, enormes e doces e pensei: o que vou fazer convosco?
Perguntei na página e recebi dezenas de sugestões. Resolvi seguir algumas e fiz um doce de mirtilos, tal como faço o doce de framboesa.
Depois de ter o doce feito, resolvi fazer um bolo de laranja, que ligasse bem com o doce de mirtilos. Não sei porque achei que estes dois sabores funcionavam bem mas, garanto-vos que é um casamento excelente.
Dupliquei e receita, para fazer 2 bolos iguais e usei uma receita que sempre se usou aqui em casa:
Ingredientes para um bolo:
150g manteiga
150g açúcar
Raspa e sumo de 1 laranja
3 ovos
150g de farinha com fermento
Como se faz:
Aquecer o forno a 175º
Bater a manteiga com o açúcar até ficar um cremes esbranquiçado. Acrescentar a raspa e sumo da laranja e adicionar os ovos um a um, batendo bem entre cada adição.
Peneirar a farinha e envolver com cuidado.
Deitar numa forma untada e com o fundo forrado com papel vegetal e levar ao forno até cozer. Retirar do forno e deixar arrefecer numa grade.
Depois de frios, colocar um bolo num prato, cobrir bem com doce de mirtilo e colocar o outro bolo, deixando a parte mais lisa para cima.
Cobrir o bolo todo com chantilly e decorar com mirtilos.
O bolo fica uma delicia e muito bonito.
Há uns dias atrás comprei imensos mirtilos a um amigo, que tem uma quinta e produz alguns legumes e frutos biológicos. Olhei para eles, lindos, enormes e doces e pensei: o que vou fazer convosco?
Perguntei na página e recebi dezenas de sugestões. Resolvi seguir algumas e fiz um doce de mirtilos, tal como faço o doce de framboesa.
Depois de ter o doce feito, resolvi fazer um bolo de laranja, que ligasse bem com o doce de mirtilos. Não sei porque achei que estes dois sabores funcionavam bem mas, garanto-vos que é um casamento excelente.
Dupliquei e receita, para fazer 2 bolos iguais e usei uma receita que sempre se usou aqui em casa:
Ingredientes para um bolo:
150g manteiga
150g açúcar
Raspa e sumo de 1 laranja
3 ovos
150g de farinha com fermento
Como se faz:
Aquecer o forno a 175º
Bater a manteiga com o açúcar até ficar um cremes esbranquiçado. Acrescentar a raspa e sumo da laranja e adicionar os ovos um a um, batendo bem entre cada adição.
Peneirar a farinha e envolver com cuidado.
Deitar numa forma untada e com o fundo forrado com papel vegetal e levar ao forno até cozer. Retirar do forno e deixar arrefecer numa grade.
Depois de frios, colocar um bolo num prato, cobrir bem com doce de mirtilo e colocar o outro bolo, deixando a parte mais lisa para cima.
Cobrir o bolo todo com chantilly e decorar com mirtilos.
O bolo fica uma delicia e muito bonito.
Pavlova de ricotta e canela com frutos de Verão
Adoro o Verão. Passo o ano inteiro à espera desta época, em que sou mais feliz. Gosto do calor, de jantares no jardim, de praia e dos frutos e Verão. Gosto tanto de alperces, pêssegos, cerejas e figos. Adoro figos.
Lembro-me que os meus avós tinham uma figueira enorme na quinta, a que os filhos dos caseiros trepavam para encher cestos com figos. É uma recordação maravilhosa da minha infância. Vão ouvir-me falar várias vezes da quinta, onde passei alguns dos melhores momentos da minha infância, com os meus irmão.
Sempre que vejo figos lembro-me dos Verões na quinta. Que saudades!
Hoje vi uns figos lindos à venda e não resisti a comprá-los.
Estava quase para os comer quando pensei em usá-los com uma base de pavlova que tinha sobrado de um evento que fiz hoje.
E, como já tive imensos pedidos para publicar a receita da pavlova, aqui vai ela.
Ingredientes:
Para a cobertura, basta misturar 1 embalagem de queijo Ricotta com 1 iogurte natural açucarado e canela a gosto. Deitar por cima e decorar com frutos de Verão. Vão adorar esta pavlova.
Lembro-me que os meus avós tinham uma figueira enorme na quinta, a que os filhos dos caseiros trepavam para encher cestos com figos. É uma recordação maravilhosa da minha infância. Vão ouvir-me falar várias vezes da quinta, onde passei alguns dos melhores momentos da minha infância, com os meus irmão.
Sempre que vejo figos lembro-me dos Verões na quinta. Que saudades!
Hoje vi uns figos lindos à venda e não resisti a comprá-los.
Estava quase para os comer quando pensei em usá-los com uma base de pavlova que tinha sobrado de um evento que fiz hoje.
E, como já tive imensos pedidos para publicar a receita da pavlova, aqui vai ela.
Ingredientes:
4 claras
240 g açúcar
1 colher de sopa de Maizena
1 colher de chá de vinagre branco
Aquecer o forno a 120º
Bater as claras até fazerem espuma. Adicionar o açúcar , colher a colher. Bater bem até ficar brilhante e a formar picos duros. Adicionar a Maizena e o vinagre e
envolver com a espátula.
Forrar um tabuleiro com papel vegetal e deitar colheradas do
merengue. Levar ao forno cerca de 1 hora e deixar arrefecer dentro do forno.
Courgettes com ricotta
Há uns tempos atrás descobri que existiam umas courgettes redondas, tipo bolas. Mal as vi, imaginei imensas receitas para as rechear, já que são umas taças deliciosas, além de muito bonitas.
Cortei uma tampa e, com uma colher, escavei o interior, guardando a polpa para fazer o recheio. Levei as courgettes ao forno a 200º cerca de 10 minutos, para cozinharem um bocadinho.
Numa sertã, salteei cebola e alho picados em azeite. Quando alouraram, juntei tomate cherry partido em quatro, a polpa da courgette, pimento em cubinhos e cogumelos partidos. Deixei refogar em lume forte, para ganharem alguma cor. No final, deitei umas colheradas de queijo ricotta e rectifiquei temperos.
Recheei as corgettes, salpiquei com queijo ralado e levei ao forno até tostarem. São uma delícia.
Cortei uma tampa e, com uma colher, escavei o interior, guardando a polpa para fazer o recheio. Levei as courgettes ao forno a 200º cerca de 10 minutos, para cozinharem um bocadinho.
Numa sertã, salteei cebola e alho picados em azeite. Quando alouraram, juntei tomate cherry partido em quatro, a polpa da courgette, pimento em cubinhos e cogumelos partidos. Deixei refogar em lume forte, para ganharem alguma cor. No final, deitei umas colheradas de queijo ricotta e rectifiquei temperos.
Recheei as corgettes, salpiquei com queijo ralado e levei ao forno até tostarem. São uma delícia.
Doce de cereja
Quando comprei a minha casa, resolvi aproveitar uma parte do jardim para fazer um pomar. Na quinta dos meus avós, em Guimarães, havia um e eu sempre achei que essa palavra era mágica. Significava tardes de Verão a apanhar fruta e a comer. E, ainda me lembro que toda a fruta era uma maravilha.
Ora bem, o meu pomar é um bocadinho diferente. Apesar de todas as árvores ( cerca deuma dúzia ) darem bastante fruta, é toda horrível. Os alperces apodrecem na árvore, os dióspiros não chegam a crescer e as cerejas são as piores que já comi. São lindas, mas ásperas e muito ácidas. Enganam bem...
Mas, não dei por vencida e apanhei cerca de 1kg delas. Enormes e muito vermelhas. E, tive o bom senso de pedir ajuda às seguidoras da minha página no Facebook. Uma delas sugeriu-me usar pectina, já que a cereja não é rica nesta substância. Como nunca tinha usado, resolvi comprar a da Diese.
Segui as indicações do produto e usei um pacote de Pectigel para 1 Kg de fruta e 1Kg de açúcar, depois de, finalmente, dar uso ao descaroçador que guardava há anos na gaveta.
Depois de deixar cozer penas 10 minutos, como dizia na embalagem, eis que as minhas cerejas se transformaram numa deliciosa compota, espessa, no ponto certo.
Ora bem, o meu pomar é um bocadinho diferente. Apesar de todas as árvores ( cerca deuma dúzia ) darem bastante fruta, é toda horrível. Os alperces apodrecem na árvore, os dióspiros não chegam a crescer e as cerejas são as piores que já comi. São lindas, mas ásperas e muito ácidas. Enganam bem...
Mas, não dei por vencida e apanhei cerca de 1kg delas. Enormes e muito vermelhas. E, tive o bom senso de pedir ajuda às seguidoras da minha página no Facebook. Uma delas sugeriu-me usar pectina, já que a cereja não é rica nesta substância. Como nunca tinha usado, resolvi comprar a da Diese.
Segui as indicações do produto e usei um pacote de Pectigel para 1 Kg de fruta e 1Kg de açúcar, depois de, finalmente, dar uso ao descaroçador que guardava há anos na gaveta.
Depois de deixar cozer penas 10 minutos, como dizia na embalagem, eis que as minhas cerejas se transformaram numa deliciosa compota, espessa, no ponto certo.
Doce de framboesa
Apesar de gostar imenso de cozinhar, não tenho grande habilidade para fazer doces e compotas. Provavelmente, porque nunca me dediquei muito a este assunto, apesar de adorar uma boa compota e usar imenso nas sobremesas que faço.
Mas, o doce de framboesa foi das primeiras coisas que aprendi a fazer, devido à simplicidade desta receita.
A casa da minha avó, onde vivi até aos 25 anos, tem um jardim enorme, cheio de árvores de fruta, legumes e as deliciosas framboesas. Sempre adorei o ritual de, em Junho, ir todos os dias com uma taça à procura deste maravilhoso fruto.
Depois de colhidas, o primeiro passo era lava-las e pesa-las.
Adicionar o mesmo peso em açúcar e levar ao lume.
Deixar ferver até fazer estrada num prato, quando se deitar uma quantidade e se atravessar com um dedo.
O doce está pronto e é uma delícia.
Mas, o doce de framboesa foi das primeiras coisas que aprendi a fazer, devido à simplicidade desta receita.
A casa da minha avó, onde vivi até aos 25 anos, tem um jardim enorme, cheio de árvores de fruta, legumes e as deliciosas framboesas. Sempre adorei o ritual de, em Junho, ir todos os dias com uma taça à procura deste maravilhoso fruto.
Depois de colhidas, o primeiro passo era lava-las e pesa-las.
Deixar ferver até fazer estrada num prato, quando se deitar uma quantidade e se atravessar com um dedo.
O doce está pronto e é uma delícia.
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