Bolo de noz

Um dos meus bolos favoritos é o bolo de noz. Sempre adorei o sabor forte e quente dos frutos. Quando era pequenina, tinha uma tia que o fazia coberto com chantilly, e ficava uma delicia.
Outra forma muito boa de o apresentar é coberto com um doce de ovos.
Esta receita que aqui apresento é muito antiga e já a fazia a minha bisavó. Fica muito bom.
Ingredientes:
250g de nozes raladas
2 colheres de sopa de farinha
1 colher de sobremesa de fermento
6 ovos
250g de açúcar

Aquecer o forno a 175º

Misturar as nozes com a farinha e o fermento. À parte bater as gemas com o açúcar numa batedeira até ficar um creme fofo e claro, juntar este preparado às nozes, mexendo bem e incorporar as claras batidas em castelo.

Levar ao forno em forma untada até estar cozido ( verificar com um palito )
Deixar arrefecer e cobrir com chantilly ou creme de ovos.

Tarte de cacau com amêndoas e pêras

O meu marido, que nunca foi muito guloso, tem mudado os seus gostos e ultimamente, no fim das refeições pergunta sempre, com o seu simpático sotaque italiano: "Há bolo?"
Hoje, quando cheguei a casa resolvi fazer-lhe uma surpresa com um bolo que não fosse demasiado doce e aproveitando a fruta que havia no cesto.
Fui vendo uns livros e lembrei-me de um bolo da minha guru, a Martha Stewart. Então, lancei mãos à obra, retirei uma parte do açúcar e das essências, para tornar a receita mais leve e o resultado é maravilhoso.
Para fazer a massa mais depressa usei um robot de cozinha, mas pode fazer-se à mão usando farinha de amêndoa em vez de amêndoas inteiras ( era o que tinha na despensa ).
Ingredientes:
140g de amêndoas sem casca
150g de açucar
120g de manteiga
3 ovos
40g de cacau
4 pêras
Sumo de limão

Aquecer o forno a 180º
Pulverizar no robot de cozinha, a amêndoa e o açucar até ficarem em pó. Juntar a manteiga, os ovos e o cacau e triturar para ficar uma massa homogénea.
Deitar na tarteira untada e cobrir a superfície com fatias de pêra salpicadas com limão, para não escurecerem.
Levar ao forno 15 minutos ou até a massa estar cozida.
Deixar arrefecer, pincelar a pêra com geleia aquecida e polvilhar com açúcar em pó.

Tarte de maçã merengada

Continuando com as tartes de maçã, resolvi ensinar-vos esta receita, que é uma delícia.
Tudo começou quando, há uns tempos atrás, a minha amiga Renata me encomendou uma tarte de maçã merengada. Nunca tinha comido tal, nem feito, obviamente. Mas, como não sou de baixar os braços, pesquisei e misturando várias receitas, criei a minha, que adoro.

Comecemos por fazer a massa, que tem que repousar, dando-nos tempo para irmos preparando o recheio.
Massa:
250g farinha
50g açúcar
130g manteiga fria
1 ovo

Colocamos a farinha numa taça, fazemos uma cova e deitamos o ovo, o açúcar e a manteiga aos cubinhos, misturando com os dedos até ter uma massa homogénea. Fazemos uma bola, embrulhamos em película e levamos ao frigorífico cerca de 30 minutos.
Ao fim deste tempo, retiramos a película e estendemos com o rolo da massa, cobrindo uma tarteira devidamente untada. Picamos a massa com um garfo.
Levamos ao forno previamente aquecido a 200º, cerca de 15 minutos ou até a massa estar dourada. Tirarmos do forno e deixamos arrefecer.
Entretanto, vamos fazendo o Puré:

1 Kg de maçã reineta
100g de açucar
Sumo de limão.

Levamos as maçãs descarcadas e partidas em pedaços a cozer num tacho, sem água, em lume muito brando. Quando estiverem cozidas, acrescentamos o açúcar e algumas gotas de sumo de limão. Passamos pela varinha mágica e deixamos arrefecer completamente.

Assim que a base e o puré estiverem frios, aquecemos o forno a 160º e começamos a preparar o merengue. Usem uma boa batedeira para que fique bem firme, caso contrário não faz o efeito crocante que queremos.

Merengue:
3 claras 
150g de açucar

Pomos as claras a bater a uma velocidade média. Assim que começarem a fazer espuma, acrescentamos o açucar, colher a colher e deixamos bater muito, muito bem, na velocidade máxima, até ficarem brancas e brilhantes. Transferimos as claras para um saco de pasteleiro de bico frisado.
Recheamos a base com o puré de maçã e cobrimos com o merengue, passado pelo saco de pasteleiro.

Levamos ao forno até alourar. Desligamos o forno e deixamos arrefecer um bocadinho lá dentro. É uma maravilha!


Tarte folhada de maçã

Quando era pequena costumava ir passar férias à quinta dos meus avós. Eles viviam em Lisboa, mas no Verão íamos sempre passar uns dias a Guimarães, onde eles tinham uma quinta maravilhosa. Passei lá alguns dos melhores momentos da minha vida.
Das melhores recordações que tenho era a de chegarmos lá e a Rosa, a empregada dos meus avós ter preparado o nosso almoço favorito: Sopa de couve com feijão vermelho, arroz de cabidela, leite creme e a sua maravilhosa tarte de maçã.
Apesar de não ter olfacto e não usar balança, a Rosa era uma cozinheira esplêndida. 
Um dia resolvi pedir-lhe a receita da tarte de maçã e foi uma complicação porque ela não sabia dizer as quantidades exactas. Quando regressei a casa, tive que pedir ajuda à minha avó Luisa e juntas, fizemos várias experiências até conseguirmos chegar à receita que hoje partilho convosco.
Ingredientes:

4 ou 5 maçãs vermelhas
1 embalagem de massa folhada
50g de farinha
150g de açucar
3 ovos
1 chávena de leite

Ligar o forno a 200º

Cortar as maçãs, com casca, em fatias fininhas. Untar uma tarteira e forrar com a massa folhada. Cobrir com as maçãs, sobrepondo-as e deixando a parte da casca visivel.
Para fazer o creme, colocar os restantes ingredientes num copo e passar com a varinha mágica.
Colocar o creme por cima das maçãs e levar ao forno até estar douradinha. Não há sobremesa mais fácil!

Croquetes de batata, presunto e queijo Aveleda

Esta é uma adaptação da receita de croquetes de batata que ensino no meu Workshop de Petiscos & Entradinhas. É um prato saboroso, que as crianças e os adultos adoram e faz-se em meia hora.
É mesmo muito fácil. Escolhi o queijo Aveleda porque acho que tem o sabor e a textura perfeitas para esta receita.
Uma dose desta receita dá cerca de 20 croquetes do tamanho de uma noz.
Ingredientes:

1 chávena (chá) de água
1 colher (chá) de sal
1 colher (chá) de mostarda
1 colher (sopa) de manteiga
2 colheres de sopa de queijo parmesão ralado
3 colheres de sopa de cubinhos de presunto
1 chávena (chá) de farinha
2 chávenas (chá) de puré de batata ( 3 batatas )
1 fatia de queijo Aveleda cortado em cubinhos
1 ovo

Cozer as batatas partidas em cubos em água e sal. Quando estiverem cozidas, passar pelo passe-vite ou pela varinha mágica ( na velocidade mais baixa). Reservar uma chávena de puré.
Misturar a água, o sal, a mostarda, o queijo ralado e a manteiga e leve ao lume até ferver. Acrescentar a farinha de trigo e cozinhar, mexendo sempre, até se soltar do fundo  do tacho. Retire do lume, junte o puré de batata, o presunto e o ovo, misturando bem. Deixar arrefecer. Modelar bolinhas, colocando um cubinho de queijo no centro, passa-las por  farinha e frita em óleo quente. Servir de imediato.





Molho de francesinha

Quem faz muito bem este molho e me ensinou a fazê-lo é a Céu, que trabalha em minha casa e me atura há mais de 10 anos.
Tem uma paciência tão grande como o seu coração. É parte da minha família e eu adoro-a. Se não fosse a Céu, a minha vida era o caos.
Quando lhe pedi para me ensinar a fazer o seu maravilhoso molho de francesinhas, ela deu-me apenas a listagem dos ingredientes e disse: "Não precisa que lhe ensine a fazer, pois não?". Já trabalhamos juntar há tanto tempo que sabemos que, na maioria das vezes, a lista dos ingredientes chega. Mas, pedi-lhe para dizer como se faz, passo a passo, para que todos possam fazer aí em casa.
Normalmente, cozinhamos "a olho" e fazemos quantidades muito grandes, pelo que tivemos algumas dificuldades em estipular quantidades. Mas, aqui vai ela.
Ingredientes
1 cebola às rodelas
Azeite q.b.
2 dentes de alho
1 folha de louro
1 fatia de fiambre
Molho inglês q.b.
1 lata de tomate aos cubos
1/2 litro de cerveja
1/2 litro de vinho branco
1/2 litro de água
1 colher de sobremesa de Maizena
1/4 de copo de leite
Piri-piri ou Tabasco q.b.

No azeite estalar a cebola. Assim que tiver translúcida, acrescentar o alho. Deixar refogar um bocadinho, acrescentar a folha de louro, o fiambre  e tomate. Envolver bem e deitar a cerveja, o vinho e a água. Temperar com sal e molho inglês e deixar ferver, em lume brando, cerca de meia hora.
Retirar a folha de louro e passar pela varinha mágica até ficar muito fino.
Dissolver a Maizena no leite e acrescentar ao molho, mexendo e deixando cozer um bocadinho. Rectificar temperos, acrescentando picante a gosto.
Deitar o molho a ferver  em cima da francesinha assim que esta sair do forno.

Tarte brigadeiro de maracujá

Esta receita não é da minha autoria. Uma amiga deu-ma há muito tempo e estava mortinha por experimentá-la. Só estava à espera de encontrar maracujás baratinhos, já que leva muitos.
Na segunda feira fui à feira de Espinho e estavam a vendê-los a 3€ o quarteirão. Lá vim eu para casa com 50 maracujás, bem enrugadinhos, mas deliciosos.
Aviso que esta receita não dá para quem está a fazer dieta ou não gosta de coisas doces. Mas, que é maravilhosa, isso posso garanti-lo.
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Ingredientes

Massa
1 1/2 embalagens de bolacha Maria
150g de manteiga à temperatura ambiente
3 colheres de sopa de água fria

Aquecer o forno a 200º
Num robot de cozinha, triturar bem as bolachas e acrescentar os restantes ingredientes, picando até fazer uma massa homogénea.
Forrar uma forma de fundo amovível com este preparado ( forrei o fundo da forma com papel vegetal para poder retirar a massa sem o fundo de metal ) e levar ao forno até ficar dourado.

Deixar arrefecer e fazer o recheio:

2 latas de leite condensado
6 colheres de sopa de chocolate em pó
2 colheres de sopa de manteiga
1 embalagem de creme fraiche

Levar ao lume o leite condensado com o chocolate e a manteiga. Mexer sempre até o preparado se soltar do tacho. Retirar do lume e acrescentar o creme fraiche.

Colocar a base de bolacha num prato de servir. Com muito cuidado, usar uma espátula para soltar o fundo de metal e retirar o papel vegetal. Rechear com o creme de brigadeiro e levar ao frio.

Entretanto, preparar o brigadeiro de maracujá:

1 chávena almoçadeira de polpa fresca de maracujá 
1 lata de leite condensado
1 colher de sopa de manteiga
1 embalagem de natas
Levar ao lume a polpa de maracujá, o leite condensado e a manteiga e deixar ferver, mexendo sempre, até que se solte das paredes do tacho.
Retirar do tacho, juntar o pacote de natas e deixar arrefecer um bocadinho, cobrir a tarte e levar ao frigorífico até estar bem fresquinha.


Se preferir sem a base de bolacha, pode colocar apenas o recheio em copos e servir com uma colherinha.


Melanzane alla parmigiana ( Beringelas à parmigiana )

Descobri as beringelas muito tarde e nunca tinha provado até ter quase 30 anos. E, detestei! Não sabia a nada e tinha uma textura esponjosa que me dava arrepios.
No entanto, há uns 4 ou 5 anos comecei a experimentar formas novas de cozinhar este legume tão bonito e acabei por adorar.
Esta receita que vos trago hoje é um prato típico italiano que aprendi com a minha cunhada Claudia, que é napolitana, e cozinha divinamente. A diferença é que a Claudia as frita, como ensina a receita tradicional, e eu faço de uma forma mais saudável. Vamos lá ver se gostam.
Fiz esta receita, para 4 pessoas com os seguintes ingredientes:

4 beringelas grandes
3 latas de tomate aos cubos
2 mozarellas light
50g de queijo parmesão ralado na hora
Mangericão q.b
1 embalagem de mozarella ralada
1 cebola
1 dente de alho
Azeite q.b.
Sal q.b.

Comecei por cortar as beringelas às fatias longitudinais, sem as descascar. Usei uma mandolina, para ficarem todas com cerca de 0,5cm de espessura.
Laveia-as e coloquei-as num escorredor de legumes, salpicando-as de sal, para que fossem largando o líquido próprio. Coloquei o escorredor na banca, inclinado, para que escorresse mais facilmente. Isto durou cerca de 1,5hora.
Entretanto, fiz o molho de tomate:
Num tacho, coloquei a cebola picada e azeite. Quando a cebola começou  a ficar mole, juntei o alho sem casca e partido a meio. Assim que começaram a ganhar cor, deitei o tomate passado pela varinha mágica, mas triturado grosseiramente. Temperei com sal e deixei cozer um lume brando cerca de 45 minutos.
Entretanto, numa sertã anti-aderente, grelhei as fatias de beringela, reservando-as num prato, assim que ganharam cor dos dois lados.
Aqueci o forno a 180º.
Numa travessa de ir ao forno, deitei um bocadinho do molho, para cobrir o fundo. Por cima, dispus as fatias de beringela grelhada, a sobreporem-se, como se fosse lasanha.
Deitei mais molho de tomate, cobrindo as beringelas. Por cima, coloquei fatias de mozarella cortadas, folhas de mangericão e polvilhei com queijo ralado. Repeti as operações até terminar com molho de tomate.

Cobri com mozarella ralada e levei ao forno a gratinar.

Garanto-vos que é uma maravilha. Ando a sonhar com isto desde a semana passada.

Panquecas

Sempre gostei muito de panquecas. As primeiras que comi foi num sítio chamado La Coppa, na Foz ( Porto) e atravessava a cidade toda só para ir comer uma, com chantilly. Entretanto, o La Coppa fechou e eu fiquei sem comer panquecas durante uns anos, por não ter nenhuma receita. Nessa altura não havia internet e tudo era mais difícil.
Ao longo dos anos fui experimentando várias receitas, até ter descoberto esta, muito fácil e que faz panquecas que ficam sempre óptimas.
Ingredientes:
250g de farinha com fermento
2 ovos
3dl leite
70g de manteiga derretida
2 colheres de sopa de açúcar
Começar por bater os ovos com leite e juntar este preparado, aos poucos, à farinha misturada com o açúcar. Mexer bem com uma vara de arames, para que não fiquem grumos. Se for necessário, use a varinha mágica. Quando estiver bem misturado, juntar a manteiga derretida.
Costumo usar uma concha de sopa para deitar quantidades do preparado numa sertã anti aderente bem quente. Quando formar bolhas, virar e deixar cozer mais um bocadinho.
Ir empilhando num prato e servir com mel, compotas, manteiga ou outro acompanhamento a gosto.


Tapioca

Desde os 6 anos que vivi com os meus avós, que foram muito importantes na minha vida. A eles devo as minhas recordações, aquilo que aprendi e aquilo que sou. E há memórias que me batem à porta muitas vezes. Uma delas é aquela em que o meu avô comia uma colherada de tapioca, feita pela minha avó, e dizia: "Este é o pão dos atletas." Que saudades que tenho disto.
Em casa deles havia sobremesas "recorrentes": leite creme ( a que só chamávamos "creme"), pudim de copo e tapioca. Adoro sentir os grãozinhos quando se come este doce, tão fácil de fazer.

Para mim, o segredo está na qualidade da tapioca. Encontra-se à venda em quase todos os supermercados mas, a melhor que já comi é a que compro na Favorita do Bolhão, no Porto. Os grãos são grandes e a textura é óptima.

Para fazer uma taça de tapioca, usei os seguintes ingredientes:
200g de tapioca
1 litro de leite
Açúcar a gosto
6 gemas
1 pau de canela
1 casca de limão

Começar por hidratar a tapioca, colocando-a numa taça e cobrindo-a com bastante água.A tapioca vai absorver a água e aumentar o seu tamanho, pelo que deve ser uma taça grande. Como a minha tapioca tinha grãos grandes, deixei-a de molho cerca de 2 horas, para que depois não ficasse dura ao cozer.
Quando já estiver hidratada, pôr o leite ao lume com 150g de açucar, o pau de canela e a casca de limão. Assim que ferver, deitar a tapioca e deixar cozer cerca de 5 minutos, mexendo sempre, até estar macia, quando se prova. 
Mal esteja cozida, adicionar as gemas, batidas e misturadas com umas 4 colheres de sopa de leite. Deixar as gemas cozerem um bocadinho e verificar se a tapioca está doce. Se for necessário, acrescentar mais açúcar, mexendo bem.


Polvilhar com canela e provem o Pão dos atletas.

Bola de frango e queijo

No final das minhas férias, vi que tinha no congelador 2 frangos e que tinha que os comer, senão estragavam-se. Como ia fazer a viagem de regresso a casa, pensei em fazer qualquer coisa sem molhos, que aguentasse bem o tempo na estrada e que desse para petiscar no caso de a fome apertar. Lembrei-me então de fazer 2 bolas de frango, aproveitando uma delas para servir de presente a uns amigos a casa de quem ía jantar.
Esta receita é excelente para aproveitamento de sobras, para entrada ou mesmo para um refeição, acompanhada de uma salada. Ainda por cima, não precisa de balança e é super fácil de fazer.

Ingredientes:

Frango assado:
1 frango
1 lima
sal q.b.
azeite q.b

Aquecer o forno a 180º. Começar por assar o frango: colocá-lo numa assadeira e inserir na abertura uma lima furada com o bico de uma faca. Temperar com sal e um fio de azeite e levar ao forno até estar bem assado e dourado. 

Deixar o frango arrefecer e desfiar, reservando enquanto faz a massa.

Massa:
4 ovos
2 chávenas almoçadeiras de farinha com fermento
1 chávena almoçadeira de leite
100g de queijo da Ilha ralado ( ou outro queijo curado )
1/2 chávena almoçadeira de azeite
sal q.b.
Pão ralado q.b.

Começar por bater os ovos com o leite e o azeite. Numa taça colocar a farinha e o sal e acrescentar a mistura de leite, mexendo apenas para ligar os elementos. Acrescentar o frango e o queijo e envolver bem.
Untar uma forma com óleo e polvilhar com pão ralado. Deitar o preparado na forma e levar ao forno até estar dourada e bem cozida.

Bom apetite!

Moqueca de camarão à minha moda

Esta receita é invenção minha e chamei-lhe moqueca porque tem alguns dos ingredientes da receita original. É um prato que sempre adorei e que optei por fazer desta maneira, na cataplana, onde resulta na perfeição.

Ingredientes:
800g de camarão grande cru ( 30/40 ) - fresco ou congelado
2 cebolas
2 tomates maduros
1 pimento vermelho
2 dentes de alho
1/2 copo de vinho branco
Azeite e sal q.b.
1 lata pequena de leite de côco ou 1/2 lata das grandes

Começar por descascar os camarões, reservado 6 inteiros para colocar por cima.
No fundo da cataplana, colocar rodelas de cebola, de pimento e de tomate e 1 dente de alho laminado fininho.
Por cima, pôr o miolo de camarão e cobrir com nova camada de cebola, alho, tomate e pimento. Salgar, deitar o vinho branco e um fio de azeite. Finalmente, cobrir com o leite de côco e os camarões inteiros.Fechar a cataplana e levar a lume forte. Assim que ouvir borbulhar, reduzir um bocadinho a temperatura do fogão e deixar cozer cerca de 20 minutos. 
Abrir com muito cuidado por causa do vapor e servir com arroz basmati. É muito bom!

Gelado de banana

Tenho uma amiga de quem gosto muito. Chama-se Joana e é uma das pessoas mais práticas que conheço. A Joana adora doces de colher e fá-los lindamente.Deu-me esta receita de gelado de banana que, além de ser muito fácil de fazer, é muito boa. É mesmo daquelas sobremesas que até uma criança consegue fazer.
Ingredientes:
6 bananas maduras
2 pacotes de natas bem frias
1 lata de leite condensado

Com a varinha mágica, passar bem as bananas. Reservar.
Bater as natas, que devem estar bem frias. Quando estiverem bem batidas, acrescentar o leite condensado e o puré de bananas.
Se quiser, pode acrescentar bolachas raladas, suspiros, etc...
Se optar por usar a máquina de gelados, leve o preparado ao frio cerca de 1 hora antes de o colocar na máquina.
Se não tiver máquina de fazer gelados, coloque numa caixa hermética e leve ao congelador até ficar duro. Antes de comer, deixar fora do congelador cerca de 15 minutos. Vão adorar!